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biografia

É compositor e por vezes dirige obras suas. Compõe regularmente desde os 14 anos, sendo autor de mais de 300 obras entre as quais são de referir 13 óperas (Merlin, O Achamento do Brasil, Pino do Verão, Orquídea Branca, Saga, Quixote, O Salto, Deu-la-deu, A Coragem e o Pessimismo, Ver-e-ler Ler-e-ver o Hi-po-pó-ta-mo, O Circo do Mágico Eli, Os Fantasmas de Luísa Todi, Vingança), 7 sinfonias (#1 A Voz dos Deuses, #2 Mare Nostrum, #3 Dos Lusíadas, #4 Os dias dos Prodígios, #5 Sinfonia dos Dias ímpares, #6 Palmela, #7 Ritual de Evocação dos Elementos), as Fábulas Sinfónicas, A Quinta da Amizade e Projeto Tartaruga, a cantata O Conquistador, o Requiem pela Humanidade e a Abertura para o Gil, entre diversa música para orquestra, banda, coro, de câmara, para teatro, cinema, bailado e para crianças.
Para cinema compôs para As Memórias que Nunca se Apagam (Dinarte Freitas e Eduardo Costa), Diálogos Imprevistos (João Brites), Império (Ivo Ferreira), L’Inferno (Francesco Bertolini, Adolfo Padovan e Giuseppe De Liguoro) e Nenhures (Amauri Tangará).
Foi entre 2000 e 2010 compositor residente da Banda da Armada Portuguesa. Atualmente é membro da direção artística do grupo de teatrObando e compositor residente da Foco Musical. É diretor artístico da Associação Setúbal Voz onde dirige o Coro Setúbal Voz e onde fundou o Ateliê de Ópera de Setúbal e a Companhia de Ópera de Setúbal.

dirigiu as seguintes formações:

– companhia de ópera de setúbal (2020);
– ateliê de ópera de setúbal (2020);
– coro sinfónico lisboa cantat (2019);
– pop up choir [reino unido] (2019);
– coro setúbal voz (2017/2019);
– orquestra do teatro o bando (2000/2020);
– orquestra da foco musical (1998/2020);
– orquestra sinfônica da bahia [brasil] (2018);
– orquestra clássica da madeira (2018);
– coro valdeluz [madrid] (2018);
– orquestra sinfônica da universidade de caxias do sul [brasil] (2016);
– coro passarinhando [brasil] (2016);
– coro da escola bíblica dominical estrela da manhã [brasil] (2016);
– orquestra do norte (2016);
– coro sinfónico inês de castro (2016);
– orquestra sinfónica da academia de música de lagos (2015);
– orquestra municipal de águeda (2015);
– orquestra dos brinquedos de lisboa (2015);
– orquestra de sopros da escola superior de música de lisboa (2014);
– orquestra de sopros do algarve (2014);
– orquestra e coros do conservatório de palmela (2013/2014);
– orquestra clássica da academia de música de lagos (2011/2014);
– orquestra e coros do gabinete coordenador de educação artística da madeira (2005/2010);
– banda sinfónica portuguesa (2009);
– orquestra de bandolins da madeira (2009);
– banda sinfónica da guarda nacional republicana (2006);
– banda militar da madeira (2006);
– negros de luz (1995/2005);
– orquestra nacional do porto (2004);
– coros do círculo portuense de ópera (2004);
– orquestra e coros do conservatório de viseu (2003);
– coral infantil de setúbal (1992/1998);
– café orquestra (1993);
– orquestra juvenil dos loureiros (1987/1993).

obras premiadas

– INFERNO: eleita a peça do ano 2017 pela TIME OUT LISBOA. Criação Teatro O Bando, coprodução: Teatro Nacional D. Maria II, Câmara Municipal de Coimbra/Convento São Francisco, Teatro Nacional São João.
– PROJETO TARTARUGA: vencedor do YAMA PUBLIC CHOICE AWARD 2015. Young Audiences Music Awards é uma iniciativa da Jeunesses Musicales International e homenageia a criatividade e a inovação no domínio das produções musicais para o público jovem de todos os cantos do mundo. Produção Foco Musical, parceria com Marinha Portuguesa e Teatro O Bando.
– INFERNO: eleita a peça do ano 2017 pela TIME OUT LISBOA; Produção Teatro O Bando, parceria com Teatro Nacional Dona Maria II.
– JANGADA DE PEDRA: eleita a peça do ano 2013 pela TIME OUT LISBOA; nomeada para Globo de Ouro, categoria de “Melhor Espetáculo 2013”. Produção Teatro O Bando, parceria com Teatro São Luiz.
– QUIXOTE, ópera buffa: “Melhor Espectáculo 2010” dos prémios SPA/RTP; nomeado para Globo de Ouro da SIC/CARAS na categoria de “Melhor Espectáculo 2010”. Produção Teatro O Bando, parceria com Teatro da Trindade.
– SAGA, ópera extravagante: prémio 2008, Associação Portuguesa de Críticos de Teatro; nomeado para Globo de Ouro da SIC/CARAS na categoria de “Melhor Espectáculo 2008”. Produção Teatro O Bando, parceria com Marinha Portuguesa.

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